Uma pesquisa recente sobre uniões matrimoniais revelou que 70% dos casais não desfrutam de um bom relacionamento. Desse total, 65% cometeram infidelidade e apenas 20% mantêm o interesse no cônjuge após 15 anos de casamento. Especialistas não se surpreendem com esses números, pois frequentemente ouvem reclamações sobre crises conjugais em suas clínicas. O matrimônio é a principal causa de insatisfação nas pessoas atualmente.
Antigamente, o divórcio era mal visto pela sociedade e muitas religiões o julgavam. Era necessário manter certa aparência, mesmo que estivesse infeliz no casamento, para não ser julgado pela família ou comunidade.
Com a emancipação das mulheres, houve uma busca constante por igualdade, diálogos francos sobre sexualidade e avanços tecnológicos que permitem a comunicação globalizada. Entramos em uma era em que o casamento não é mais uma obrigação social para “estar casado mesmo se estamos infelizes”.
As pessoas estão mais exigentes e individualistas, com maior autonomia emocional e financeira. Tudo isso favorece a escolha por não se submeter a relacionamentos tóxicos. Excetuando-se os relacionamentos que envolvem dependência emocional, financeira e abusos, muitas pessoas reconsideram quanto sentido essa forma de relação tem nos dias atuais.
O desafio é entender que há um lado oculto quando nos relacionamos com alguém: fazemos com que a outra pessoa acredite que gostamos exatamente como ela é. Portanto, sem a necessidade de modificação no início, mas inconscientemente trazendo expectativas de que o parceiro ceda a nossos desejos, vontades, anseios e renúncias como se fosse um contrato secreto. Quando isso não acontece, gera conflitos.
Compreenda as necessidades individuais
É importante compreender que nossas necessidades e expectativas só serão parcialmente satisfeitas em um relacionamento. Trocar de parceiro não ajuda – a rotina sempre existirá porque é inerente ao casamento. O fracasso reside em tentar mudar o outro. A solução nem sempre é mudar o parceiro, mas sim mudar a forma de relacionamento.
Cada indivíduo deve revisar seu comportamento em relação ao outro. Não se deve culpar o outro pelo sofrimento ou frustração no relacionamento porque ele não “adoece” por si só. A terapia de casal pode ser útil nesse aspecto: quando a vida imaginada é muito diferente da vida real e as pessoas não se reconhecem como responsáveis, é natural que haja incomunicabilidade.
Para um casamento bem sucedido são necessárias cumplicidade, respeito pela individualidade e admiração. O amor por si só não é suficiente; são necessárias atitudes positivas das partes envolvidas. Uma pessoa deve ser um complemento e não uma extensão da outra.
Construir e manter uma família não é fácil, mas é necessário reconhecer as falhas e virtudes do outro, entender que haverá desequilíbrio em algum momento e acima de tudo que não existe um relacionamento perfeito: duas pessoas imperfeitas tentando fazer o certo juntas podem superar muitos desafios. Vale a pena acreditar e investir na relação.
| Fatos importantes |
|---|
| 70% dos casais não desfrutam de um bom relacionamento |
| 65% dos casais cometem infidelidade |
| Apenas 20% mantêm o interesse no cônjuge após 15 anos de casamento |
| O matrimônio é a principal causa de insatisfação nas pessoas atualmente |
| Cada indivíduo deve revisar seu comportamento em relação ao outro |
| Para um casamento bem sucedido são necessárias cumplicidade, respeito pela individualidade e admiração |
| O amor por si só não é suficiente; são necessárias atitudes positivas das partes envolvidas |
| Não existe um relacionamento perfeito: duas pessoas imperfeitas tentando fazer o certo juntas podem superar muitos desafios |
Com informações do Site JoãoBidu
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Palpites Jogo do Bicho:
| Jogo | Sugestão |
|---|---|
| Jogo do Bicho | Cachorro |
| Mega Sena | 27, 32, 48, 11, 33, 48 |
| Loto Fácil | 14, 9, 7, 21, 23, 20, 25, 18, 5, 2, 4, 23, 20, 16, 1 |
| Timemania | 47, 37, 6, 47, 40, 59, 37, 59, 33, 34 |